Procuro seu cheiro em tudo que tenho.
Tudo que possa ter passado por sua mão.
Inclusive, eu mesmo.
13 de janeiro de 2010
Vergonha
Ao entrar no ônibus
Nem imaginava o que me esperava.
Do lado esquerdo, um assento.
Do outro, logo ali, mais atrás,
Um par de olhos me fitava.
Azuis ao que me lembro,
E de mansinho me aprossimava.
Sentei e esperei a coragem palpitar.
E umas quatro paradas após,
Resolvi olhar, que azar,
Lá estava comigo mesmo novamente a sós.
Nem imaginava o que me esperava.
Do lado esquerdo, um assento.
Do outro, logo ali, mais atrás,
Um par de olhos me fitava.
Azuis ao que me lembro,
E de mansinho me aprossimava.
Sentei e esperei a coragem palpitar.
E umas quatro paradas após,
Resolvi olhar, que azar,
Lá estava comigo mesmo novamente a sós.
12 de janeiro de 2010
Querer e poder
Se eu pudesse, te olharia por mil anos,
E não me cansaria.
Se eu pudesse,
Te faria sorrir a todo instante.
Se eu pudesse não me afastaria mais de você,
Nem mesmo ao anoitecer.
Se eu pudesse, te olharia e lhe beijaria a qualquer momento,
Sem me preocupar com horas, minutos, essas coisas de tempo.
Se eu pudesse faria os teus e os meus dias mais felizes.
Se eu pudesse ter o que desejo...
... você já não estaria mais ai.
E não me cansaria.
Se eu pudesse,
Te faria sorrir a todo instante.
Se eu pudesse não me afastaria mais de você,
Nem mesmo ao anoitecer.
Se eu pudesse, te olharia e lhe beijaria a qualquer momento,
Sem me preocupar com horas, minutos, essas coisas de tempo.
Se eu pudesse faria os teus e os meus dias mais felizes.
Se eu pudesse ter o que desejo...
... você já não estaria mais ai.
11 de janeiro de 2010
Só tinha que ser você
Que rosto é este?
Que quando olho me paralisa por completo.
Que olhos são estes?
Que na mais intensa escuridão, consigo enxerga-los.
Você me encanta e me fascina,
Com uma beleza rara,
Mistura de mulher com menina,
Consegue tudo que quer apenas com teu olhar,
Olhar que cega, e que faz enxergar,
Me faz enxergar, que neste exato momento,
Comecei a te amar.
Que quando olho me paralisa por completo.
Que olhos são estes?
Que na mais intensa escuridão, consigo enxerga-los.
Você me encanta e me fascina,
Com uma beleza rara,
Mistura de mulher com menina,
Consegue tudo que quer apenas com teu olhar,
Olhar que cega, e que faz enxergar,
Me faz enxergar, que neste exato momento,
Comecei a te amar.
Insegurança.
Eu quis correr, mas não pude
Pois estava preso a você.
Eu quis amar mas tive medo,
Medo de não ser correspondido.
Eu quis voar,
Mas pensei duas vezes ao temer a possivel queda.
Eu quis e desejei tantas coisas,
Que acabei perdendo,
Por medo de tentar.
Pois estava preso a você.
Eu quis amar mas tive medo,
Medo de não ser correspondido.
Eu quis voar,
Mas pensei duas vezes ao temer a possivel queda.
Eu quis e desejei tantas coisas,
Que acabei perdendo,
Por medo de tentar.
21 de dezembro de 2009
Ciúmes
Ciúmes,
Ciúmes do vento, ciúmes do tempo
Ciúmes sem nem ter porque
Apenas sinto vontade
De ter ciúmes de você
É incontrolável, insaciável
É incorrigível, é imprescindível
Mas única coisa que sei meu bem
É que sei que sentes ciúmes também
A verdade é que eu te tenho
Muito mais do que desejei
Meu ciúme duentio
Sei que atrapalha
Mas meu amor, você sabe que ciúme não mata
Pense só nas vezes em que estivemos juntos
Imagine tudo isso sem se dar valor
Sabes que o ciúme é a prova disso tudo
A prova de que na vida nunca se deve reprimir o amor
Ciúmes do vento, ciúmes do tempo
Ciúmes sem nem ter porque
Apenas sinto vontade
De ter ciúmes de você
É incontrolável, insaciável
É incorrigível, é imprescindível
Mas única coisa que sei meu bem
É que sei que sentes ciúmes também
A verdade é que eu te tenho
Muito mais do que desejei
Meu ciúme duentio
Sei que atrapalha
Mas meu amor, você sabe que ciúme não mata
Pense só nas vezes em que estivemos juntos
Imagine tudo isso sem se dar valor
Sabes que o ciúme é a prova disso tudo
A prova de que na vida nunca se deve reprimir o amor
4 de dezembro de 2009
O cachorro do vizinho
Durante a madrugada, ou pela manha bem cedo,
Lá está ele a me infernizar,
Não sei de onde tira tanta força,
Nem tanta vontade de latir,
As vezes penso que ele gosta de me encomodar,
Parece latir para me provocar,
Pois enquanto late, olha pra mim.
Maldito cão que me atormenta,
Cão que não dorme, nem se alimenta,
Apenas grita, palavras caninas,
Quais não entendo,
Mas que odeio.
Lá está ele a me infernizar,
Não sei de onde tira tanta força,
Nem tanta vontade de latir,
As vezes penso que ele gosta de me encomodar,
Parece latir para me provocar,
Pois enquanto late, olha pra mim.
Maldito cão que me atormenta,
Cão que não dorme, nem se alimenta,
Apenas grita, palavras caninas,
Quais não entendo,
Mas que odeio.
Mesmo fim
Em certo ponto existe alguém
Que me observa também.
Observo a beleza que tem,
Dicerto porque é algo que a mim convém,
Admirar a beleza de alguém.
Contudo, tua imagem em mim sempre vem.
Como algo que tenho sempre comigo, pois bem...
Final de história contigo ao meu lado, porém,
Sabes que imaginação humana é algo muito mais além.
Que me observa também.
Observo a beleza que tem,
Dicerto porque é algo que a mim convém,
Admirar a beleza de alguém.
Contudo, tua imagem em mim sempre vem.
Como algo que tenho sempre comigo, pois bem...
Final de história contigo ao meu lado, porém,
Sabes que imaginação humana é algo muito mais além.
Morte, veem mas vem sem pressa.
Por que todos temem ela?
Qual temor que esta palavra causa, nas pessoas,
Que as fazem ter maus pensamentos.
Sabe o que é morte pra mim?
Mais um palavra.
É apenas mais um portal,
Entre tantos, quais passamos,
Sem nos darmos conta.
A morte, não é boa nem é ruim.
Não é boa, porque entes queridos sofrem com isso,
Pois são ignorantes ao não entender o real motivo da partida, vezes repentina.
Também sou ignorante.
Não é ruim, porque na morte não temos problemas da vida carnal,
Não precisamos esperar ano novo,
Muito menos o Carnaval,
Entendes?
Acho que a morte deveria ser mais aceita!
Eu sei que parece loucura, ou improvável de aceitação,
Mas é a realidade.
Morremos, porque atingimos nossa meta,
Ou temos algo mais útil há fazer.
Morrer não é o fim, não é o começo, muito menos o recomeço,
E sim a continuidade.
Qual temor que esta palavra causa, nas pessoas,
Que as fazem ter maus pensamentos.
Sabe o que é morte pra mim?
Mais um palavra.
É apenas mais um portal,
Entre tantos, quais passamos,
Sem nos darmos conta.
A morte, não é boa nem é ruim.
Não é boa, porque entes queridos sofrem com isso,
Pois são ignorantes ao não entender o real motivo da partida, vezes repentina.
Também sou ignorante.
Não é ruim, porque na morte não temos problemas da vida carnal,
Não precisamos esperar ano novo,
Muito menos o Carnaval,
Entendes?
Acho que a morte deveria ser mais aceita!
Eu sei que parece loucura, ou improvável de aceitação,
Mas é a realidade.
Morremos, porque atingimos nossa meta,
Ou temos algo mais útil há fazer.
Morrer não é o fim, não é o começo, muito menos o recomeço,
E sim a continuidade.
29 de novembro de 2009
Sol, Sincero Sol.
Acima de mim ele brilha,
Meu amigo de todos os dias.
Há dias em que não o vejo,
Mas sei que ali está.
Astro rei que me ilumina e energiza.
E me faz seguir em frente,
Ao ver-te a brilhar diariamente,
Sem receber nada em troca.
Meu amigo de todos os dias.
Há dias em que não o vejo,
Mas sei que ali está.
Astro rei que me ilumina e energiza.
E me faz seguir em frente,
Ao ver-te a brilhar diariamente,
Sem receber nada em troca.
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