Atualidade é pensar menos
Limitar ideias
Evitar contratempos
Subestimar o próximo
Massagear egos
Resumir conselhos
E tudo isso, ainda espremidos
Em cento e quarenta caracteres.
22 de julho de 2010
Veranico
Céu limpo,
Afinal, é domingo de sol quente.
Veranico de sombras e mate.
Típico dia em Porto Alegre
Depois dum mês de chuva amarga.
Facilmente sorridente,
Assisto a terra desmolhando.
A fonte espirra aguardente
E a sombra ali, esquentando.
Dia quente, inverno frio.
Sombra, vinho e redenção
E por ai horas a fio,
Esquento um pouco o coração.
Afinal, é domingo de sol quente.
Veranico de sombras e mate.
Típico dia em Porto Alegre
Depois dum mês de chuva amarga.
Facilmente sorridente,
Assisto a terra desmolhando.
A fonte espirra aguardente
E a sombra ali, esquentando.
Dia quente, inverno frio.
Sombra, vinho e redenção
E por ai horas a fio,
Esquento um pouco o coração.
A menina na chuva
Naquela tarde, como chovia!
me lembro que la fora a chuva caía,
sem parar.
Me lembro que tu brincava,
em meio ao barro e a água,
com um sorriso, no qual não se vê mais nos dias de hoje,
era somente você e ela.
Ah! que saudades eu sinto de lhe ver sorrindo,
que saudades eu sinto, de lhe ver brincando,
Anos se passaram, e você cresceu,
deixaste de ser, aquela pequena e sorridente criança,
Deixaste de ver o mundo, como um eterno parque de diversões.
Teu sorriso já não é mais tão voluntário,
tua felicidade já não é mais tão espontânea,
hoje você vê o mundo, como uma grande selva.
A vida não foi fácil para você,
deixaste tantas coisas,
deixaste de sonhar,
mas nunca deixara de ser,
a minha menina.
me lembro que la fora a chuva caía,
sem parar.
Me lembro que tu brincava,
em meio ao barro e a água,
com um sorriso, no qual não se vê mais nos dias de hoje,
era somente você e ela.
Ah! que saudades eu sinto de lhe ver sorrindo,
que saudades eu sinto, de lhe ver brincando,
Anos se passaram, e você cresceu,
deixaste de ser, aquela pequena e sorridente criança,
Deixaste de ver o mundo, como um eterno parque de diversões.
Teu sorriso já não é mais tão voluntário,
tua felicidade já não é mais tão espontânea,
hoje você vê o mundo, como uma grande selva.
A vida não foi fácil para você,
deixaste tantas coisas,
deixaste de sonhar,
mas nunca deixara de ser,
a minha menina.
21 de julho de 2010
Vidas passadas
Será que vai ser sempre assim?
Vida após vida, venho tentando lhe conquistar,
Mas devo falhar em algo,
Pois não sei se a terei nesta vida,
Ou terei de voltar novamente,
Para ter o seu amor.
Passamos anos afastados um do outro,
Mas quando nos reencontramos,
É sempre a mesma sensação,
Um aperto no peito,
E uma vontade de lhe abraçar,
Sem nunca ter a visto nesta vida.
Teu rosto muda,
Mas teus olhos permanecem os mesmos,
Com o mesmo olhar, que me cativa,
E me faz te amar, perdidamente,
Toda vez que lhe encontro.
Não quero perde-la novamente,
Quero você comigo, para sempre.
Talvez nossos destinos sejam estes,
Talvez nossa sina,
Seja provar vida após vida,
O quanto nosso amor é verdadeiro,
Tão verdadeiro, que não me canso de reconquista-la
Vida após vida, venho tentando lhe conquistar,
Mas devo falhar em algo,
Pois não sei se a terei nesta vida,
Ou terei de voltar novamente,
Para ter o seu amor.
Passamos anos afastados um do outro,
Mas quando nos reencontramos,
É sempre a mesma sensação,
Um aperto no peito,
E uma vontade de lhe abraçar,
Sem nunca ter a visto nesta vida.
Teu rosto muda,
Mas teus olhos permanecem os mesmos,
Com o mesmo olhar, que me cativa,
E me faz te amar, perdidamente,
Toda vez que lhe encontro.
Não quero perde-la novamente,
Quero você comigo, para sempre.
Talvez nossos destinos sejam estes,
Talvez nossa sina,
Seja provar vida após vida,
O quanto nosso amor é verdadeiro,
Tão verdadeiro, que não me canso de reconquista-la
Para os preguiçosos#
Ler,
Ato, cometido por poucos,
Infelizmente.
Alguns o fazem,
Porém, se o texto é grande,
Logo se cansam,
Pois bem,
Aqui está um textículo,
Para todos aqueles que não tem a paciência,
De cometer um ato tão belo, e agradável.
Ato, cometido por poucos,
Infelizmente.
Alguns o fazem,
Porém, se o texto é grande,
Logo se cansam,
Pois bem,
Aqui está um textículo,
Para todos aqueles que não tem a paciência,
De cometer um ato tão belo, e agradável.
Amor controlado
Quando esqueço minha boca em tua boca,
Em longos momentos de amor,
Me sinto completo,
Sinto que naquele momento não me falta nada,
Não me falta água, nem comida,
Pois me alimento de amor.
Quando me agarro em ti,
E te tenho em meus braços,
Não preciso de mais nada,
Faça o frio que fizer,
Caia a chuva que cair,
Estando contigo,
Estou aquecido e protegido da chuva.
Quando estamos juntos,
Não me importo com as horas,
Pois se estou com você,
Tenho o tempo em minhas mãos.
Em longos momentos de amor,
Me sinto completo,
Sinto que naquele momento não me falta nada,
Não me falta água, nem comida,
Pois me alimento de amor.
Quando me agarro em ti,
E te tenho em meus braços,
Não preciso de mais nada,
Faça o frio que fizer,
Caia a chuva que cair,
Estando contigo,
Estou aquecido e protegido da chuva.
Quando estamos juntos,
Não me importo com as horas,
Pois se estou com você,
Tenho o tempo em minhas mãos.
Janela
A abelha pousa na flor
Num movimento sublime.
Atravessa a janela
Aberta aos ventos.
Interessante observar os insetos
E sua maneira simples
De viverem sempre desatentos.
Num movimento sublime.
Atravessa a janela
Aberta aos ventos.
Interessante observar os insetos
E sua maneira simples
De viverem sempre desatentos.
Perfume
As vezes, em meio a escuridão da noite,
Sinto seu perfume,
Não sei de onde vem,
Mas é como se você estivesse ao meu lado.
O perfume que sinto,
Não é nenhum perfume qualquer,
E sim, o do teu corpo,
Teu corpo suado,
No qual eu adoro deitar.
Saudades de lhe ter aqui na cama,
De lhe ouvir dizer que me ama,
Para mim, nada restou,
Você se foi, sem dizer adeus.
Perdi teu corpo ao meu lado,
Teu carinho,
Teus beijos,
E teu peito suado.
Para mim, nada restou,
Pois de ti a única coisa que sobrou,
Foi o perfume no ar.
Sinto seu perfume,
Não sei de onde vem,
Mas é como se você estivesse ao meu lado.
O perfume que sinto,
Não é nenhum perfume qualquer,
E sim, o do teu corpo,
Teu corpo suado,
No qual eu adoro deitar.
Saudades de lhe ter aqui na cama,
De lhe ouvir dizer que me ama,
Para mim, nada restou,
Você se foi, sem dizer adeus.
Perdi teu corpo ao meu lado,
Teu carinho,
Teus beijos,
E teu peito suado.
Para mim, nada restou,
Pois de ti a única coisa que sobrou,
Foi o perfume no ar.
20 de julho de 2010
Afeto
Me sinto esquisito,
É um aperto,
Uma angustia que eu sinto.
Mas fiquei assim, depois do nosso adeus.
Não sei explicar ao certo,
O que sinto,
Só sei que longe de você,
Minha boca seca,
Meu coração palpita,
E meu corpo anseia pelo calor do teu.
Ao fechar meus olhos,
Imagino você,
Sorrindo magnificamente para mim,
Sorriso este, que vem acompanhado de lindos olhos.
Olhos que me cegam,
E me fazem sonhar,
Sonhar com um futuro, talvez não tão distante.
É um aperto,
Uma angustia que eu sinto.
Mas fiquei assim, depois do nosso adeus.
Não sei explicar ao certo,
O que sinto,
Só sei que longe de você,
Minha boca seca,
Meu coração palpita,
E meu corpo anseia pelo calor do teu.
Ao fechar meus olhos,
Imagino você,
Sorrindo magnificamente para mim,
Sorriso este, que vem acompanhado de lindos olhos.
Olhos que me cegam,
E me fazem sonhar,
Sonhar com um futuro, talvez não tão distante.
18 de julho de 2010
Sala de espelhos
Caminho pela terra,
Com pés cansados.
Pés que já rodaram muito.
Rodaram sem saber ao certo,
aonde teriam que chegar.
Hoje não sei aonde estou,
Nem mesmo sei, quem sou.
Me perdi em meio a tantas, andanças.
Ao me olhar no espelho,
Não me vejo.
Vejo um outro,
No qual, tenho medo de olhar.
Medo de olhar,
E ter a certeza, de que este outro,
Na verdade sou eu.
Me embaraço em palavras,
Tropeço nas letras.
E encontro você nos meus mais escuros pensamentos.
Não, não , não !
Minha mente grita.
Meus poros, exalam um suor contido a anos.
Não sei aonde estou,
Me sinto preso a uma sala de espelhos,
No qual, não descubro onde está minha verdadeira imagem.
Com pés cansados.
Pés que já rodaram muito.
Rodaram sem saber ao certo,
aonde teriam que chegar.
Hoje não sei aonde estou,
Nem mesmo sei, quem sou.
Me perdi em meio a tantas, andanças.
Ao me olhar no espelho,
Não me vejo.
Vejo um outro,
No qual, tenho medo de olhar.
Medo de olhar,
E ter a certeza, de que este outro,
Na verdade sou eu.
Me embaraço em palavras,
Tropeço nas letras.
E encontro você nos meus mais escuros pensamentos.
Não, não , não !
Minha mente grita.
Meus poros, exalam um suor contido a anos.
Não sei aonde estou,
Me sinto preso a uma sala de espelhos,
No qual, não descubro onde está minha verdadeira imagem.
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